maio 05 2022 0Comment
Homem de cadeira de rodas

Acessibilidade em Condomínios: 5 Práticas que reforçam os cuidados

Acessibilidade em condomínios é um tópico bem recorrente e, infelizmente, ainda necessita ser mais discutido e cobrado.

Desde que a Lei da Acessibilidade foi instaurada em 2018, os condomínios têm o dever de promover um ambiente transitável e de fácil acesso a pessoas portadoras de deficiência.

Deste modo, pela regra ficou instituído que:

  • Os condomínios devem garantir acessibilidade aos moradores nas áreas comuns.
  • Construtoras devem adaptar as novas construções aos moradores que necessitam.

Porém, mesmo assim, em 2019, um condomínio foi condenado pela falta de acessibilidade no prédio e tendo que indenizar a moradora portadora de deficiência no valor de R$10 mil reais. 

A decisão entendeu que o condomínio teve o tempo e recursos suficientes para realizar tais reformas.

A importância da acessibilidade em condomínios

Com isso, é importante reforçar que os cuidados vão além do cumprimento da lei, mas também de proporcionar a esses moradores a inclusão.

Portanto, quando falamos de acessibilidade, abordamos não apenas pessoas com deficiência, mas também idosos e grávidas, por exemplo. Todas essas pessoas precisam de uma estrutura que seja segura para a convivência.

Afinal, elas estão em seu próprio lar, certo?

Um condomínio acessível é capaz de:

☑ Tornar mais inclusivo e seguro as áreas comuns do prédio.

☑ Diminuir o número de acidentes nas dependências do prédio.

☑ Não causar constrangimento em pessoas com deficiência.

☑ É benéfico para todos, inclusive visitantes.

Por isso, a pergunta que você síndico ou morador, deve sempre fazer é:

“Meu condomínio é acessível para todos?”

Caso a resposta seja “não”, é hora de se adequar a isso.

Vamos começar com algumas etapas que a acessibilidade em condomínios deve garantir. 

5 práticas que torna um condomínio acessível

1 – Elevadores adaptados

Garantir que os elevadores estejam sempre em ótimo funcionamento para que cadeirantes possam utilizá-lo, é o principal ponto que um condomínio deve garantir. 

Portanto, lembre-se de realizar a manutenção preventiva desses equipamentos. Sendo assim, não haverá problema de algum morador ou visitante não poder utilizá-lo.

2 – Banheiros adaptados

Cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida, deficiente visuais, grávidas, idoso, são algumas das pessoas que podem precisar usar o banheiro em área comum .

Seu condomínio está preparado?

Desse modo, todos os banheiros localizados nas áreas comuns devem ser pensados para comportar todas as pessoas, sem causar menor constrangimento.

  • Espaço amplo;
  • Barras de suporte;
  • Piso antiderrapante;
  • Objetos ao alcance;
  • Interruptor ao alcance;
  • Pia e privadas adaptadas.

Todas essas são medidas que facilitam a utilização por todos.

3 – Adequação dos pisos

Você deve saber que pisos regulares e antiderrapantes garantem maior segurança para quem for caminhar. Além de pessoas com deficiência, grávidas e idosos também precisam se sentir tranquilos e seguros ao transitar nas áreas comuns.

4 – Sinalização tátil e visual

Em todas as áreas comuns é importante que haja sinalização em braille, corrimãos, botões, placas e demais. Assim como também um piso tátil que ajuda deficientes visuais a se locomoverem. 

Se para os deficientes visuais o tato é de extrema importância, para os deficientes auditivos o visual é fundamental.

Sinalizar cria um direcionamento das ações, deveres e direções para o morador ou visitante.

5 – Vaga de veículo

A legislação garante que sejam destinadas vagas de veículos para idosos e para pessoas com deficiência física.

Os condomínios que possuem vaga para veículo, devem seguir o mesmo padrão.

Desse modo, esses são os principais pontos que você deve se atentar para garantir que a acessibilidade no seu condomínio esteja de acordo com o que a lei pede.

E aí, seu condomínio se encaixa nesses quesitos? 

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zangari

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